sábado, 28 de abril de 2012

Pulsando!

A cinza manhã de sábado ganhou um novo ritmo no centro de São Leopoldo, a CIA esteve fazendo múltiplas intervenções de dança pelas ruas da cidade em alusão ao Dia Internacional da Dança que é comemorado no 29 de abril. O coletivo Feitoria esteve contribuindo, junto com o Fórum de Artes Cênicas, na cobertura colaborativa, registrando imagens, filmando e fotografando (com Fernanda Fernandes)... Presenciamos muitos sintomas, estranheza, alegria, simpatia, curiosidade, (e até) sincronicidade... Parabéns pela iniciativa e amanhã (29/04) tem muito mais!

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Ação grío uma iniciativa honroça no avanço das politicas públicas para cidadania cultural misturando com a cultura racker


Oficina de Inclusão Digital Vera Ponto de Cultura Casa Auxiliadora - 2012

Ponto de cultura Casa auxiliadora acompanhar a oficina de inclusão digital que trabalha com duas turma de crianças e adolescentes.

Estivemos também no proposito de apresentar o Emerso que estar ingressando como o ativista comunitário do pontão de cultura São Leopoldo.
Recepcionado pela Carla coordenadora pedagógica no qual nos apresentou a nova diretoria da entidade. Eugenio oficineiro de audio visual teve a função de acompanhar e registrar a oficina e obter a entrevista com a coordenadora, oficineira sobre os rumos e realizações desse caminho da entidade no programa cultura viva Minc/prefeitura de são Leopoldo.


 Podemos vivenciar as atividade e fazer contatos com os oficineiros e com a direção e vivenciar e conhecer as  oficinas de capoeira e a oficina de dança que acontece todas as manhã a tarde as sexta feiras, Walesca.

Surgiu ideia de promovermos I. encontro dos oficineiros, educadores e gestor público e os coordenadores pedagogicos dos  ponto de culturna na casa auxiliadora para o mês de maio, ao final falamos um pouco do POntão de cultura\São Leopoldo e os andamentos com o programa cultura Viva. Atualmente o que está rolando e propomos a colaboração para o Redesenho do Cultura Viva/Minc, respondendo o questionario voluntarimente que vem aos pontos.

Oficina de inclusão digital com o laboaratorio reformado e com acesso a internet

terça-feira, 24 de abril de 2012

Oficina de Dança com Paulo Roberto " Tadeu" Pé de Vento

                                Oficina no Ponto de Cultura Escola Império do Sol
Rua São Domingos, 427Bairro São Miguel






                   Oficina para criança e jovens da comunidade com praticas e a historia do carnaval  

Domingo ás 14h na Quadra da Escola de Samba

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Estamos retomando acompanhamento com os Pontos de Cultura fomos CTG Tropeiro das Coxilias

O dia foi de visitarmos e continuarmos os acompanhamentos aos pontos de cultura, afinando as nossas relações foi a vez de chegarmos ao Bairro Santa Tereza para ver a construções físicas do novo galpão e as simbólica e praticas oficinas do pontão de Cultura. Com a presença do Secretario da Cultura Pedro Vasconcelos, (Foto) mais o coordenador do Pontão de Cultura André de Jesus.

La estava o João o patrão do tropeiros das coxilias e seus colaboradores fazendo um encontro bem de metas para o programa 2012 e reavivar as relações comunitária e sociais e o planejarmos e a afinarmos as relações com os Pontos e Cultura.

quarta-feira, 11 de abril de 2012

1º Encontro de 2012 acontecido no mês de março Pontão e Pontos de Cultura São Leopoldo

Ministério da Cultura lança pontos de leitura com temática africana





O Ministério da Cultura (MinC), em parceria com a Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial da Presidência da República (SEPPIR/PR), lança nesta quinta-feira, dia 12, no Rio de Janeiro, o Programa Pontos de Leitura da Ancestralidade Africana no Brasil. A cerimônia será realizada no auditório Machado de Assis, da Fundação Biblioteca Nacional (FBN), às 19h.

O novo programa é uma ação transversal dentro do MinC e conta com apoio da FBN – Programa Livro, Leitura e Literatura e do Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas (SNBP) – e da Secretaria de Cidadania Cultural.  Participarão da cerimônia o presidente da FBN, Galeno Amorim, a secretária de Cidadania Cultural do MinC, Márcia Rollemberg, a secretária de Políticas para as Comunidades Tradicionais da Seppir, Silvany Euclênio, e a diretora do Livro, Leitura e Literatura da FBN, Maria Antonieta Cunha.

Serão lançados dez Pontos de Leitura Afros em todo o país, dois em cada uma das cinco regiões brasileiras. O programa conta com um acervo suplementar composto por mais de 600 livros relacionados à cultura de matriz africana, além do Kit tradicional dos Pontos de Cultura, que contém 650 livros, mobiliário para sala de leitura, um computador e impressora.

Os dez primeiros Pontos de Leitura Afros serão instalados na Comunidade Egbe Ilê Ya Omi Dayol Ase Obalayo, em São Gonçalo (RJ); no Centro Memorial de Matriz Africana 13 de Agosto, em Porto Alegre (RS); na Comunidade Quilombola Mesquita, em Luziania (GO); Quilombo do Curiaú AP); Associação Santuário Sagrado de Pai João de Aruanda, em Teresina (PI); Comunidade Ilê Asé Omi Dewá, em João Pessoa (PB); Comunidade Aceyoni, em Belém (PA); Quilombo do Macucu, em Minas Novas (MG); Comunidade Quilombola Serra do Apom, em Castro (PR); e na Comunidade Ilê Ede Dudu – Centro Cultural Orunmila, em Ribeirão Preto (SP).

A Secretaria de Cidadania  Cultural do MinC vai apoiar o programa com R$ 300 mil, que serão aplicados no trabalho de produção e registro da memória destas comunidades. A pesquisa será realizada pela equipe do SNBP, da Fundação Biblioteca Nacional, que visitará todas as localidades para obter informações. O resultado do trabalho será incorporado ao acervo dos Pontos de Leitura. A SEPPIR/PR vai financiar a compra do acervo temático, no valor de R$ 200 mil.

( Ministério da Cultura).

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Relato do Representante da Região Sul sobre a primeira Reunião Temática

 













Foram dois dias de trabalho, durante os quais percebeu-se a grande importância de se contextualizar e humanizar números e dados, ponto essencial para que nesse processo de 'redesenho" sejam aprofundados e, sobretudo, respeitados os conceitos fundamentais do Programa Cultura Viva, garantindo a resolução de problemas e a continuidade das ações de Pontos, Pontões e Ações.

Nesse sentido, o representante da região Sul, Gilson Máximo, reforça a importância da efetiva participação de todos nos Diálogos Virtuais, fornecendo subsídios para que o saldo das discussões seja ainda mais proveitoso.

Abaixo, a íntegra do relato elaborado por Gilson:

"Relato: Redesenho do Programa Cultura Viva


Caros ponteiros de todo o Brasil, faço aqui meu relato pessoal sobre o primeiro encontro presencial do Redesenho do Programa Cultura Viva, ocorrido em Brasília em 26 e 27 de março de 2012. Como ele acontece na semana posterior à reunião, tive tempo para processar o grande volume de informações que um encontro desse porte e dessa dinâmica produz.

Logo na chegada, tivemos a notícia do atraso do Metre Lula, em virtude de um problema com o avião, o que acarretou na sua presença somente no segundo dia do encontro. Também por isso, solicitamos que a chegada dos ponteiros fosse adiantada pelo menos num dia para evitar esse tipo de situação. O outro motivo foi termos um tempo maior para que pudéssemos nos organizar para a reunião. Reforço aqui uma frase recorrente de Andréia “... não temos a mesma estrutura que já tivemos. Estamos batalhando pelo Programa Cultura Viva para além de nossas forças...”.

Guardadas as devidas proporções, me parece que a própria Secretaria de Cidadania Cultural do Ministério da Cultura (SCC  MinC) encontra-se numa posição semelhante. Dentro da estrutura governamental, dentro do próprio MinC, tem sido evidente certa fragilidade do programa; pessoalmente, isso ficou subentendido nas falas durante todo o encontro. Sociedade civil e Estado, cada um à sua maneira e de acordo com seus interesses, que fique bem claro, estão através desse Redesenho centrando forças para melhorar as coisas.
Pois bem, no primeiro dia de trabalho, tivemos as apresentações iniciais, com falas de todos os presentes de uma maneira informal e prática, indo direto ao ponto. Tivemos Davy como nosso representante na mesa de abertura, que falou sem quaisquer restrições de tempo, assunto ou ordem de discurso, colocando nossa disposição em contribuir com o processo, questionando a terminologia “Redesenho”, e ressaltando a urgência de resoluções para os Pontos de Cultura de todo o Brasil. A Secretária Márcia Rollemberg mostrou-se preocupada com a construção de séries históricas a partir de dados sobre o Programa, colocando essa como uma das condições que o Estado prescinde para aprimorar sua política no setor. E, de fato, os dados por ela apresentados apesar de tentarem ser os mais fidedignos possíveis, têm certas diferenças em relação aos dados gerados pela própria Comissão nacional dos Pontos de Cultura (CNPdC). Nesse ponto, destaco que mesmo nós não temos números consolidados que nos dêem uma visão macro do Programa.

Durante a tarde, tivemos a fala do Frederico Barbosa, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), que trouxe a experiência das duas pesquisas sobre o programa num discurso que tentava conciliar a questão do método de pesquisa com a matéria humana com a qual é formado o Programa. E nesse ponto, percebo com muita clareza um de nossos papéis fundamentais nesse momento: contextualizar e humanizar a frieza dos números. Partimos de um ponto de vista que percebe a radicalidade dos problemas no cotidiano. Essa qualidade é nossa, dada à natureza do programa, da organização civil, da gestão compartilhada e da memória de acontecimentos, de erros e acertos que carregamos conosco como uma espécie de DNA do Programa Cultura Viva. Durante todas as nossas intervenções nos dois dias de encontro isso ficou muito evidente.

Ainda à tarde, no momento em grupo, quando nos dividimos e nos fizemos representar em todos os grupos de trabalho, essa percepção acima descrita se mostrou verdadeira, como inclusive já foi relatado por outros companheiros. Nossa presença foi determinante para orientar as discussões propostas tendo em vista a diferença no nivelamento de informações entre os integrantes desses subgrupos. Sendo assim, pudemos fortalecer as posições defendidas pelos pontos de cultura de forma muito eficiente.

No segundo dia de trabalho foi apresentado o resultado gerado pelos subgrupos, com presença maciça dos ponteiros como porta-vozes, travando após cada questão respondida um diálogo muito produtivo acerca das resoluções que poderiam ser geradas a partir das repostas. Nesse momento, achei interessante a intervenção dos representantes das demais secretarias e órgãos vinculados do MinC. Mesmo que não tenham atuação direta no Programa, não imagino transversalidade ou permeabilidade de políticas públicas sem que haja momentos como aquele, onde os atores institucionais sentam para atingir um denominador comum.

Seguindo na programação do dia, tivemos uma fala da Valéria Labrea sobre o conceito de constituição e funcionamento das redes, assunto que será aprofundado em outras oportunidades. Mesmo assim, a partir dos exemplos apresentados pudemos vislumbrar quais seriam os meios de atuação do estado e da sociedade delineadas nas dinâmicas em rede, algumas mais autônomas, e outras com nós mais definidos e amarrados, trabalhando sobre aquilo que já está constituído. Em seguida, tivemos o momento de apresentação por região dos resultados colhidos através dos diálogos virtuais. A paisagem desses números é nossa velha conhecida, os problemas são praticamente os mesmos em todas as regiões, inclusive sendo repassadas dos convênios nacionais para os estaduais e municipais, ou seja, dificuldades com prestação de contas, conveniamento, fluxo de repasse das parcelas e gestão compartilhada são as mesmas em todo o Brasil. Importante ressaltar que houve baixíssima participação dos pontos de cultura na resposta ao formulário, algo compreensível, mas seria muito melhor se tivéssemos ampla participação dos Pontos de Cultura, como estamos sistematicamente conclamando.

Das impressões finais, a Secretaria Márcia Rollemberg é muito ágil. No primeiro dia, à medida em que íamos discutindo ela estava adequando falas no formato de propostas, sempre com a anuência do interlocutor, mas dando um sentido prático para os discursos proferidos. A metodologia não funcionou direito e ainda era mudada repentinamente durante os trabalhos. Pode-se dizer que tivemos alguns momentos bastante confusos. Havia certo ruído na comunicação IPEA e SCC, e isso se refletiu, inclusive, na questão do streaming, que estava permitido, mas foi vetado na última hora.

Considero que nosso comportamento como CNPdC foi exemplar: estávamos muito focados em nossa missão e preocupados em representar da melhor maneira possível os pontos de cultura. Em vários momentos do encontro ressaltou-se o respeito e o aprofundamento sobre os conceitos fundamentais do Programa Cultura Viva, da resolução dos problemas para a continuidade das ações de Pontos, Pontões e Ações, como Ação Griô, Ludicidade, Cultura e Saúde, entre outras. Importante esclarecer que o marco legal a ser trabalhado é a lei 8.666, mas numa “leitura generosa”, segundo as palavras da própria secretária, e com a Lei Cultura Viva, assim que for aprovada, sobre isso, foi sugerido que o legislativo também esteja presente no Redesenho.

O saldo do encontro foi positivo. Não significa que tudo esteja resolvido, mas que há disposição em dialogar e construir coletivamente alternativas, na tentativa de constituir o Programa Cultura Viva como uma Política de Estado, mantendo seu DNA, dando vazão a sua diversidade de práticas e seu poder de transformação social. "
Gilson Máximo - Representante da Região Sul no GT do Redesenho do Programa Cultura Viva
FONTE: Pontão Ganesha - Gilson Máximo

terça-feira, 3 de abril de 2012

Laçamento Historico de 6 editais investimento total de R$ 10 milhões por parte da Secretaria de Cultura do Estado do Rio Grande do Sul







Em 2012, o Governo do Estado, através da Secretaria da Cultura, aposta no fomento direto para estimular todos os setores e etapas que envolvem os processos criativos nas diversas regiões do Estado através de 6 editais do Fundo de Apoio à Cultura – FAC.
Na próxima terça-feira, 3 de abril, o governador Tarso Genro anunciará um investimento total de R$ 10 milhões que permitirá à Secretaria da Cultura realizar os dois primeiros editais de Estímulo ao Desenvolvimento da Economia da Cultura, um para sociedade civil e o outro para prefeituras municipais. Estas duas primeiras seleções somam um total de R$ 5,3 milhões e já terão a primeira fase de inscrições aberta a partir do anúncio. O evento acontece às 17 horas no Teatro Bruno Kiefer da Casa de Cultura Mario Quintana e é aberto ao público.
O diferencial destes primeiros editais é que, ao invés de determinarem áreas culturais, os textos propõem que cada segmento encaixe seu projeto em uma das finalidades do processo criativo, reforçando o conceito de Economia da Cultura. Tal iniciativa dialoga com um conceito contemporâneo de cultura, no qual as fronteiras entre as áreas estão diluídas. Assim, a seleção de projetos de todas as áreas culturais e artísticas acontecerá de acordo com cinco finalidades : Apoio à Criação e Produção; Apoio ao Registro e à Memória; Apoio à Difusão e à Circulação; Apoio à Programação Continuada em Espaços Culturais e Apoio à formulação de Indicadores, Informação e Qualificação.
Ainda no primeiro semestre de 2012, serão lançados os demais editais para concessão de apoio à programação em Feiras de Livro e a projetos de eventos com mais de cinco edições realizadas. O FAC também vai conceder Prêmios nas áreas de Artes Cênicas, das Artes Visuais, da Música e do Audiovisual. Projetos de educação patrimonial, de circulação de acervos históricos e de curadoria de acervos em museus públicos de artes visuais também compõem o conjunto dos 6 editais do FAC neste ano.
O Fundo de Apoio à Cultura, estabelecido por lei em 2001, só teve um único edital lançado até hoje, em dezembro de 2010. Esta seleção distribuiu um valor total de R$ 880 mil reais em 2011.

RELATO VIRTUAL DA I REUNIÃO TEMÁTICA DO REDESENHO DO PROGRAMA CULTURA VIVA

BRASÍLIA, 26 E 27 DE MARÇO DE 2012
SUBCOM/CNPdC
 
Prezad@s Parceir@s do Programa Cultura Viva


Em primeiro lugar queremos agradecer em nome do Movimento Nacional dos Pontos de Cultura a colaboração voluntária dos Parceir@s na divulgação e registro audiovisual das atividades do Grupo de Trabalho do Redesenho do Programa Cultura Viva.

Vale ressaltar a importância desse trabalho diante do nosso ambicioso objetivo em levar essas informações aos Pontos de Cultura do Brasil e da América Latina, assim como a sociedade brasileira, no momento desse primeiro ajuste institucional que o Programa sofre e, diante de uma gestão federal pouco favorável aos grupos culturais populares e tradicionais.

Por conta de imprevistos e atrasos, não temos imagens da abertura da atividade (26/03/2012), a não ser as oficiais, divulgadas no site do MinC (Ver abaixo Clipagem de Internet). As imagens do Álbum Virtual correspondem ao 2º dia da atividade (27/03/2012)

O Formulário do I Diálogo Virtual continua aberto na internet e poderá ser preenchido a qualquer tempo, durante o processo do Redesenho, no lin abaixo:

Formulário do I Diálogo Virtual
https://docs.google.com/spreadsheet/ccc?key=0AgrIADFypVo1dEktQU91UGhENFhGd1lNcUhmbXp5SEE

MAIS EXPLICAÇÕES SOBRE O REDESENHO, ACESSO LINK:
REDESENHO DO PROGRAMA CULTURA VIVA doc REDE
https://docs.google.com/document/d/1yCSnVfF5WGSl7jYqPhJ4nek8WNytF2foX4BkyQmwj8Q/edit

Seguem links de docs com mais informações de programação, apresentações institucionais, vídeos editados e publicados na internet (muito apressado e amadoramente, desculpem...) para que sejam divulgados antes do início do 2º diálogo que é 02 de abril de 2012, mais clipagem de internet.

Não obtivemos autorização da Secretaria de Cidadania Cultural para realizar o Streaming das imagens, é importante ressaltar que houve uma consulta da CNPdC e recebemos uma confirmação, apesar da confirmação anterior da Equipe do IPEA, foi negada a autorização da transmissão na hora do início da atividade,com voluntários e equipamentos a postos, e a Rede de Pontos de Cultura do Brasil aguardando. Ainda sem uma explicação plausível, minha sugestão é para o envio de ofício a Secretária Márcia Rollemberg, solicitando essa explicação e a autorização da liberação das transmissões de todas as atividades do Redesenho do Programa Cultura Viva.

Pretendemos manter uma rotina de reuniões virtuais, com data a combinar com a CNPdC para discussão e encaminhamentos, assim como, foi decidida a nossa chegada com um dia de antecedência para preparação da nossa participação nas p´roximas reuniões e seminários.

Francamente, achei o Grupo de trabalho bem disposto a ouvir e entender nossas sugestões, críticas e propostas, acredito que teremos condições de influir positivamente nesse processo, para tanto precisaremos de mais dedicação e tempo para estudo dos documentos e consulta aos Pontos e Parceir@s e do apoio e da colaboração do Movimento Nacional dos Pontos de Cultura.